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:: Domingo, Novembro 28, 2004 ::
EDWARD HOPPER - Pintor estadunidense (1882-1967).
Os temas preferidos de Hopper eram: paisagens com alguma estrutura arquitetônica, ruas, interiores de hotéis, motéis, escritórios, cinemas, teatros, quase todos expressando a estagnação das cidades.
Notam-se suas grandes diagonais valorizadas pelas horizontais e verticais nas obras, a precisão da luz tanto diurna quanto noturna, a melancolia e solidão de suas personagens.
Seu quadro mais conhecido é Nighthawks, de 1942, que é também a minha obra preferida de Hopper: a luz intensa, cortante e fria da lanchonete, as pessoas que se alimentam na noite escura (na madrugada, parece), a solidão e a melancolia, já mencionadas acima, separando as pessoas debruçadas no mesmo balcão; a incomunicabilidade, a desolação... Os elementos deste quadro fazem lembrar um outro tão solitário quanto este: O Absinto, de Edgar Degas, pintor sobre o qual já fiz um post há quase um ano.
Pra dizer a verdade, eu já achei este quadro abaixo mais solitário. Agora não acho tanto assim. Mas ainda há nele a quietude do fim de noite e outras coisitas.
Nighthawks - 1942
Drug Store - 1927
Summer evening (não descobri a data)
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:: 1:25 AM [+] ::
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:: Terça-feira, Novembro 23, 2004 ::
Litografia de Oldrich Kulhannek - 2002
O RECANTO CHINÊS
Quem sabe um dia
um canto
um rio
uma cotovia;
quem sabe um dia
um acalanto,
um desvario
(ou sabedoria);
quem sabe um dia
um espanto
um vento frio
e a rodovia,
quem sabe um dia.
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:: 12:01 PM [+] ::
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:: Quinta-feira, Novembro 18, 2004 ::
Não consegui repassar as imagens do post que pretendia fazer sobre gravura japonesa. Hokusai que me perdoe. Aliás, que perdoe esse sistema complicado em que tudo parece estar certo, como manda o figurino, e não sai nada. Voluntariosos, estes nossos computadores.
Vai então, no lugar, só como homenagem, esta aquarela japonesa bem lindinha.
Tenho especial predileção pelas aquarelas, cuja técnica complicada exige um estudo constante. O artista da aquarela bem sabe que nunca irá, no espaço de uma vida, esgotar todas as suas possibilidades; e que nunca, no espaço de uma vida, conseguirá dominar todos os seus mistérios.
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:: 1:54 AM [+] ::
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:: Sexta-feira, Novembro 12, 2004 ::
É bom estar de volta!
Agradeço a força dos amigos!
Apreciem então, crianças, xilogravuras de meus alunos de 2003 secando na parede do laboratório de arte na faculdade de Artes Visuais. As paredes ficam lindas, cheias de trabalhos variados.
Esta é só uma amostrazinha!

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:: 12:43 AM [+] ::
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:: Quarta-feira, Novembro 10, 2004 ::
Pois então eu fui à Bienal.
Acompanho a Bienal desde meados dos anos 70. Sim, sou bem velhinha. E esta foi a menos empolgante que já presenciei.
Havia até umas obras que não funcionavam.
Acho que deviam voltar a cobrar para entrar.
Hoje escrevi pra um amigo:
O pessoal fica constrangido de reclamar por algo que é de graça. "De graça, até injeção na testa", diz o povo. Pois de graça, até uma Bienal sem graça nenhuma?!?
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:: 4:33 PM [+] ::
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:: Quarta-feira, Novembro 03, 2004 ::
Tentei fazer um post sobre arte japonesa, mas nenhuma das imagens entrou, acusando "falha no upload de arquivos". O que será isso, afinal? É só comigo? Vírus, será?
É muito chato, isso...
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:: 11:59 AM [+] ::
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