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:: Segunda-feira, Março 28, 2005 ::
Certa vez me emprestaram o livro O Físico - do Noah Gordon - que já na tradução do título erraram flagrantemente, pois The Physician (ou phisician) seria O Médico (em espanhol traduziram direito).
Parei logo no início quando o narrador se lembra de sua juventude paupérrima (na Idade Média), dizendo que um dos seus encargos era, não me lembro bem, perdão, de ou levar seu irmão menor ao banheiro... ou trocar sua fralda... O negócio é que qualquer que tenha sido a referência - banheiro ou fralda - é um pouco demais pra minha ignorância medieval. Fechei o livro e devolvi ao entusiasmado dono.
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:: 2:44 PM [+] ::
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:: Quarta-feira, Março 23, 2005 ::
Eu sou uma chata, mesmo. O livro em questão no post abaixo até que é gostosinho de ler.
Mas eu insisto: o Código não chega perto de O Pêndulo de Foucault e muito menos de O Nome da Rosa - ambos do italiano U. Ecco. Dentro do tema - ou quase - recomendo também O Cristo Recrucificado, mais conhecido como A Última Tentação de Cristo (por causa do filme), do escritor grego Nikos Kazanzakis.
Se vocês quiserem recomendar algum outro nesta linha, bem-vindos.
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:: 12:31 PM [+] ::
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:: Terça-feira, Março 22, 2005 ::
Uma das minhas séries preferidas é Gilmore Girls; outra é Everybody loves Raymond; gosto também de Everwood. Não vou muito com a cara de Friends, nem de Will and Grace (Vontade e Graça...).
Outra vez lembrei-me de Clark Kent... Clark can't... O que o Super-Homem pode, Clark não pode...
Suspiro pelas séries inglesas que só a Eurochannel passa ou passava - Absolutely Fabulous, A Embaixadora etc. (e não tenho mais este Canal, que lástima).
Mas meu assunto agora é outro. Depois eu volto para os assuntos de TV.
Estou finalmente começando a ler O Código Da Vinci. Como é um best-seller que gerou opiniões controversas, pedi emprestado. Não vou comprar um livro caro pra depois jogar fora se eu achá-lo ruim.
Bem, ainda estou na página 25 e já achei algumas coisitas fora de esquadro. Primeiro: o tal especialista em simbologia norte-americano espetacularmente conhecido conversa com policiais franceses em inglês. Isso fica claro na p. 18. E também nessa página o tal especialista repara que o inspetor francês tem um sotaque: um latido cortante e autoritário (sic). Latido!!... E quando é que franceses começam logo a falar inglês assim, de cara, com qualquer pessoa? E que especialista mundialmente conhecido é esse que não conversa em francês?
E há o outro policial que o acompanha ao Louvre. O protagonista repara que ele disse uma expressão ligeiramente errada - em inglês (p. 24). E esse policial aponta-lhe a Torre Eiffel com orgulho, chamando-a de símbolo da França. Não me parece que algum policial a caminho de mostrar a um estrangeiro o corpo de uma vítima (ainda mais um policial francês) dê uma de guia turístico no meio da madrugada.
O especialista, então, na seqüência, pensa lá com seus botões: Os simbologistas costumavam comentar que a França, um país famoso pelo seu machismo, mania de conquistar mulheres e líderes minúsculos e inseguros como Napoleão e Pepin, o Baixo, não podia ter escolhido um símbolo nacional mais adequado do que um falo de 300 metros de altura.
Acredito que Pepin, o Baixo, seja o mesmo cidadão que nós estudamos como Pepino, o Breve.
O escritor norte-americano esqueceu-se de fazer essa relação prédio grande=pinto pequeno com o Empire State Building e as Torres Gêmeas, só para começar. Os estadunidenses adoram ter coisas AS MAIORES DO MUNDO: maior frigideira, maior rocha esculpida, maior colher de sopa, maior torradeira, maior tudo. Se for só por isso, dentro da própria relação feita pelo escritor, todos os líderes dos States não têm pinto algum. Aliás, muita gente lá não deve ter, tal é a quantidade de armas que os homens de tal país adoram ter. Cada cano de arma enooorrrme, ui!!
E olhem que eu gosto de lá. Imagine se eu não gostasse.
E ainda há a tradução. Ah, a tradução!! Veja só na p. 18 (é trecho de uma pergunta): Estou correto ao afirmar que senhor tinha um encontro marcado...?
Estou correto?!?
O escritor estava era fazendo um filme, gente. É como tal que a história deve ter passado na cabeça dele ao escrever. Já até vejo o Michael Douglas no papel, com queixo bifurcado e tudo.
E se vocês gostaram do Código da Vinci e AINDA não leram O Pêndulo de Foucault - do Umberto Ecco - LEIAM-NO!!
E tchau, que minha filha está pedindo o computador.
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:: 2:02 PM [+] ::
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:: Segunda-feira, Março 21, 2005 ::
Dos seriados nos canais pagos de TV (muitos passam nos canais abertos, mas prefiro, como muitos TVfilos, assisti-los com legendas), alguns estão fora de qualquer dúvida em matéria de excelência. É o caso de E.R. que, apesar de estar já na décima (acho) temporada, surpreende a cada vez que assistimos.
Gosto muito de Smallville porque conheço (li nos sites de gibis) a saga do Superboy com o Lex Luthor e, sinceramente, os roteiristas arranjaram uma seqüência de fatos muito mais consistente do que a história original. Na verdade, Lex, que anda sempre em uma linha fina entre o bem e o mal, é, de longe, a pessoa mais interessante do seriado da TV. O ator é ótimo e a direção idem.
Depois continuo, agora estou sem tempo.
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:: 5:06 PM [+] ::
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:: Segunda-feira, Março 14, 2005 ::
EU SÓ QUERIA SABER QUANTO É QUE A POLISHOP GASTA EM PROPAGANDA NOS CANAIS FECHADOS OU SE ELA POSSUI OS CANAIS, PORQUE É UM SACO AGÜENTAR TANTA BABOSEIRA E TANTOS COMERCIAIS CAFONAS!!
QUE DROGA!!!
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:: 12:53 AM [+] ::
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:: Segunda-feira, Março 07, 2005 ::
Cartaz do filme O Que Aconteceu Com Baby Jane?
Pois é, meus amigos, bem sei que fugi daqui. Às vezes preciso disto, como todos. Aprendo, portanto, nestes meus silêncios. Ausência dos outros, mergulho na alma - ó que texto babaca, mas me lembra a fala final do ótimo filme "Colcha de Retalhos": Sofia, uma das personagens, finalmente diz algo simpático para a jovem protagonista: You know, I was a diver...
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:: 12:33 AM [+] ::
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